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Pensamentos


O porque da ciência
Uma auto biografia resumida I

Uma auto biografia resumida I

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Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 11 de maio de 2007

Com base no Pai
Com base no AvôHoje estava conversando sobre o meu passado com a minha namorada, foram horas de relatos sobre o que vivi, relacionamentos entre tantas coisas que aconteceram em mais de 30 anos, muito tempo, muitas cidades, pessoas, trabalhos, sonhos, amores, literalmente uma vida.

A Gênese do Ruben Zevallos Jr.
Quando estava voltando, fiquei lembrando de pessoas que foram importantes na minha vida, que tirando meus pais, fizeram parte da minha formação mental, intelectual e principalmente no homem que sou hoje.

Lembro-me de pessoas importantes, que de certo modo me motivaram e algumas, até me instigaram a aprender e a crescer mais, como já ouvi e acredito mesmo, que somos a soma de nossas experiências. Sejam experiências boas outras nem tanto, mas todos aprendemos a sobreviver a tais coisas e com isso, vamos formando o nosso ferramental, que com eles poderemos literalmente sobreviver as ações e reações da selva que vivemos chamada mundo.

Em casa
Meu pai era artista plástico, um cara para lá de sonhador e que no meio de suas tintas, ele sempre saia com alguma coisa fantástica, como ainda me lembro dos prismas de acrílico, que ele me mostrou a luz se decompondo em um arco íris de cores e o seu efeito nas tintas, matérias. O Zevallos, como ele era conhecido, era mais um cientista, que um artista plástico, pois ele pesquisava a aplicação de diversos materiais nos seus trabalhos. Suas pesquisas estavam na química das tintas, creme de cabelo, protetor UVA, diferentes tipos de telas, como plástico, tela de mosqueteiro, jeans, brim, madeira etc... fora, os pinceis, rolos, borrachas e espátulas todas especialmente desenhadas para obter um determinado padrão... coisas que hoje encontramos nas lojas de pintura, mas isso tudo ele criou na década de 70/80... o mais fascinante foram as canetas de tinta óleo, que conseguiam um fino traço, onde ele usava tintas douradas ou prata, criando um efeito nunca visto em obras de arte... tudo isso, ele entrava em seu estúdio e só saia de lá quando conseguia o efeito desejado... acho que foi dele que herdei essa de trabalhar nas madrugadas da vida... a questão, pesquisa entre tantas coisas...

Da minha mãe, aprendi a paciência, honestidade, amor, viver a vida e responsabilidade acima de tudo... minha mãe, sempre foi uma mulher fantástica, que como toda mãe, sempre teve um espaço quentinho debaixo de suas asas... e ainda tem... mulher de grande coração, me ensinou que não há problemas sem solução... somente muito trabalho e paciência.

O meu pai se foi quando eu tinha 24 anos... infelizmente não tive a oportunidade de viver com ele os verdadeiros momentos de minha vida, mas toda a sua experiência está gravada a fogo na minha alma... e como poucos, tenho a sorte de ainda ter a minha mãe, com quem compartilho muitos bons momentos... como sempre, debaixo de suas asas quentinhas... como toda mãe.
Foi em casa, que também tive meu primeiro contato com a Informática... meu primo Dimitri que tinha vindo da Bolívia, fez um curso de Cobol e foi estagiar no Prodasen... com os cartões perfurados, fiz muitos modelos da estrela da morte... os furos eram perfeitos... os formulários de 132 colunas deram ótimos aviões... e as fitas de 1200 pés, deram boas rabiolas para minhas pipas... mas as de fica cassete foram melhores... O Dimi era muito moleque, ele gostava de jogar balões de água nas pessoas, mas me forçou a estudar a tabuada... Com ele, aprendi muitas coisas quando eu fui a Sampa entre tantas coisas.

Na escola
Lembro-me de poucos professores, mas 2 foram marcantes... um deles foi o meu professor de ciências, não lembro de qual série, mas acho que foi na 5ª ou 6ª. Ele era professor de algo na UNB, que me deixava visita-lo e me apresentou o grande mundo da UNB... conheci e experimentei coisas fantásticas, como o microscópio eletrônico entre tantas coisas. O que aprendi com ele, foi o apoio, pois, eu gostava de ler livros para lá de avançados para a minha série, mas ele sempre aceitou esses assuntos nas provas... e sempre me aconselhava a ir mais além...

A outra professora, foi a responsável pela biblioteca... lembro que um dia chegou a enciclopédia Barsa, eu estava lá olhando aquele montão de livros, quando como quem não quer nada, perguntei qual que era melhor para começar a ler... ela disse, da letra A... então, passei os próximos 2 anos, todos os dias lendo de A a Z... ela não entendia porque eu estava lá, todos os dias... e até durante as férias... quando cheguei no Z, perguntei... o que mais tem para ler... pois já cheguei a letra Z... ela olhou, como quem não tinha entendido... A Senhora não disse para começar a ler da letra A... já terminei a Z... ela olhou com cara de descrente e puxou um livro... abriu... e perguntou... eu respondi... ela fez isso mais algumas vezes e foi chamar a diretora... fiquei preocupado... mas a diretora que já era minha fã, me colocou em várias atividades... até como representante da escola para receber o Papa... pode? Eu só tinha lido a Barsa... nada de mais... depois eu li a Exitus e o Tesouro da juventude... tantas coisas fantásticas eu vi... muito não lembro ainda hoje, mas, sempre que preciso de algo, salta alguma informação na minha mente... sei lá de onde vem... com ela aprendi que o desafio era bom...

No trabalho
Um dia decidi que precisava trabalhar e minha mãe, falou com alguns amigos e comecei como office boy na FUNCEP... eu estava decidido de ser o melhor e fui... era o que mais estudava e fazia o que eu queria... meus chefes me amavam, pois tudo que era pedido era feito... rapidamente, eu parecia um furacão correndo pelos corredores... para acelerar as coisas, aprendi a usar equipamentos, como o da Xérox, montar salas, fazer formulários impressos, envelopes, máquina de escrever e o mais fantástico, foi que lá tive a primeira paixão da minha vida... o computador. A FUNCEP tinha um mini Labo sei lá o que... que rodava Basic, que era a linguagem do momento... e nas revistas Nova Eletrônica tinha o lançamento de um tal de Z80, um micro computador que rodava Basic... naquela época, a FUCEP tinha um curso de pós-graduação em sistemas ou algo assim... eu quis participar, mas fui logo desmotivado, pois eu estava ainda na 8ª série... tinha que esperar eu me formar... mas não esperei. Peguei as revistas e comecei a colecionar programas... e com eles, fui criando meu manual do que eu entendia... até, que um dia, falando com um dos programadores, quem eu sempre estava lá enchendo o saco, tanto que eu tinha um apelido... pentelho... um dia, perguntei, para, acho o Odorico, um analista de sistemas sobre algumas coisas/dúvidas... mostrei para eles... e os caras ficaram abismados, pois eu estava tentando fazer engenharia reversa e criando meu manual... foi então, que eles me deram o meu primeiro manual de Basic... e o melhor, quase tudo estava certo. Lá conheci o Chamelet, que era o diretor da área e também dono da Policentro, então de tanto pedir... eles cederam um espaço, onde o Odorico ficou me supervisionando nos almoços, onde tive a oportunidade de digitar e testar o meu primeiro programa... que funcionou de primeira... pois eu já tinha testado até no papel... Os meus chefes, o Marcos Aurélio Ramos – MAR, Abel, 2 caras da área de eventos, mas o mais importantes, foram o Odorico e depois o Chamelete, pois foram eles que me deram a grande oportunidade.

O Juarez Sarmento, que me deu o primeiro emprego na área de informática... onde comecei como professor da linguagem Basic... pois de tanto encher o saco do professor, que achava que eu estava tirando onda, pois eu sabia mais que ele... ele acabou me oferecendo a vaga e aceitei... fiz todo o material, testes, provas etc... foram várias turmas... onde muitos dos caras que foram meus alunos estão no mercado... e tudo isso eu tinha menos de 16 anos... eu dava aula para gente com 40 anos... pode... eu aprendi que era possível ensinar... e que o mundo da informática era maravilhoso.

Depois disso, foram várias experiências, onde fui aprendendo mais e mais... mas depois dessas pessoas, tive algumas pessoas, como o meu amigo Toichi Alberto Hashigoshi, que foi quase um pai... com ele aprendi muitas coisas ao longo de vários anos.

Em Santa Rita do Sapucaí, fui trabalhar na SOL – Soluções Operacionais, lá, tive a oportunidade de trabalhar com pessoas fantásticas... e um deles foi um colega, o Sérgio Costa Lage, um dos mais brilhantes profissionais que tive a oportunidade de trabalhar... fora, é claro, o meu amigo pessoal Flávio de Sousa... o cara era fera, com ele aprendi o que eram verdadeiros algoritmos em Assembler Z-80 e C...

Depois desse tempo, conheci na Universal Insurance chefes fantásticos, não lembro dos nomes, pois fazem muitos anos, mas o James Moreno, Leonel e o Gregory, foram realmente muito marcantes... com comentários precisos e as oportunidades que eles me deram... onde pude testar meus limites.

Quando retornei para o Brasil, trabalhei com o Antônio Carlos Abrantes, o Cacau, onde aprendi como se pode vender bem... basta confiar em si mesmo... nada abala... nada muda... e não deixe o cliente pensar... fechou, assine o contrato e vai embora... Lembro de fatos memoráveis... onde a Sêneca estava sem grana e o Cacau tinha pego uma grana em dólar emprestado com um doleiro... o cara estava ligando já com aquelas ameaças típicas da máfia... vou matar... então, o Cacau pegou um maço de alguns milhares de dólares... jogou dentro da maleta velha dele... e foi lá... fiquei esperando, então, ele voltou com 15 mil... foi ai, que tive a certeza... que vender era isso... não era o produto ou sei lá o que e sim a sua confiança... se o cara foi lá devendo, não pagou sequer o juros e ainda voltou com muito mais dinheiro... nos finalmente ele pagou tudo... e dessa, foram muitas outras vendas... que vi o caso brilhante de confiança... sangue frio de fazer tremer o agente 007, o James Bond...

Durante essas vividas, conheci 2 pessoas também no nível profissional... que foi o diretor da Datarede, e CNI Bruno Meneses... e depois o Dirk Van Guys, Vice-presidente da Novell... ambos me fizeram investir na carreira de CNE e CNI, que me abriu muitas oportunidades, grana e tudo mais... aprendi muito sendo instrutor certificado... foram mais de 1400 horas de aula... que foi se estendeu para a Microsoft e só parei, quando voltei para Brasília. Devido a motivação deles, eu dei palestras na Fenasoft e outros lugares...

Depois dessas, foram outras pessoas... algumas mais importantes e outra menos... mas as 2 que me motivaram mais ainda... foi o meu Chefe Paulo Rodrigues, que era o Direito da Attachmate no Brasil, que no meu primeiro dia de trabalho, no dia 1 de abril, ele me levou para negociar um contrato grande com o Banco do Brasil... dos produtos e capacidades, conhecia muito pouco... ele disse, confio que você vai se dar bem... e foi... iniciamos o negócio e fechamos uma venda fantástica com o Banco... que era somente IBM... Depois, fiquei amigo do Márcio Esteves, que era o funcionário do Banco... e um dia perguntei se ele sabia que era o meu primeiro dia na Attachmate... ele disse que só fechou, porque sentiu confiança na minha parte técnica... Com o Paulo aprendi que, quando alguém confia em você e algo muito sério... não vacile... aproveite essa força como sua e a potencialize... dessas, ouvi várias vezes e de várias pessoas, algumas na forma de bronca em casos super sérios, mas eu nunca tive tanta certeza disso como foi com o Paulo...

O meu último chefe, foi o Flávio, no Grupo TBA, onde em várias conversas que tivemos, aprendi coisas como atuação, responsabilidade entre tantas coisas... infelizmente estava no final do meu casamento e com isso, minha performance que começou muito bem, foi ficando ruim e fiquei somente até o meu contrato vencer.

A última pessoa que aprendi profissionalmente, foi com o sócio e amigo Adriano Barbosa, que trabalhamos juntos no provedor de Internet Expert em Belém do Pará... lá, aprendi a idéia do empreendorismo sem medo de tudo... aprendi também as diferenças entre a região sul e norte, o povo lá é muito mais de papo e sensível... mas foi uma ótima experiência, o que me deu a oportunidade de conhecer São Luís, onde que estou no momento.

Amigos
Amigos foram muitos... mas lembro de alguns que foram realmente interessantes, um deles é o Vaguinho... amigo de tantas coisas boas e nem tanto, mas juntos desbravamos as cercanias da 403... conheci locais não visitados, tudo de bicicleta, shortinho sem cueca e sandálias havaianas... foram tantas aventuras, tipo de nadar no rio Torto... dar a volta no lado na tal bicicleta... pegar samambaias em uma obra perto do Iate Clube e vender... fliperama entra tantas coisas lícitas e nem tanto... aprendi que poderíamos viver e conhecer coisas muito além do nossos limites... com responsabilidade.

Os amigos do Caseb, Fernando (Nanando), Maurício (Fungo) e Anderson (Alemão)... que saímos, estudávamos, brincávamos... mas o tempo nos distanciou... aprendi que amizade poderia existir e era algo sincero...

O Irmão do Nanando e seu pai, que não lembro os nomes... o pai dele, que era Francês, fabricava do zero aviões planadores, fantásticos e com controle remoto... cheguei a pilotar alguns e até, construir outro para mim... bons tempos... com eles, aprendi que o tempo de viver algo sozinho é bom... pois, pilotar o avião é uma experiência única e na maioria das vezes só...

O Flávio de Sousa e Cristiano Teles Ribeiro, que conheci no Clube Digitar da Telebrás... lá eu fiz tantas coisas... mas o que mais queria era usar os micro computadores de lá... e claro, jogar... mas para encher lingüiça... eu fiz várias coisas, como dobrar a capacidade dos arquivos deles, furando os disquetes... como também personalizando os disquetes do New DOS (um sistema operacional da época). Também fiz alguns sistemas para ajudar no catalogo de arquivos e disquetes.

O Cristiano, conheci em um projeto da CODEPLAN, foi um dos mais brilhantes caras de desenvolvimento de jogos que conheci... o cara era muito bom, fazia jogos como estivesse escrevendo uma redação... o cara fez vários jogos... e eu com um tino de negócios, já pensei em montar uma software house, mas infelizmente ele foi fazer intercâmbio nos EUA e só voltamos a nos falar anos depois.

A amizade do Flávio foi crescendo com o tempo... trocando idéias, fazendo programas... entre tantas coisas... até que fui em Anápolis com ele... cidade que fica há 250KM de Brasília... eu me sentia um desbravador no velho oeste... e lá, conheci o primeiro PC e a linguagem Pascal... Com o Flávio, tivemos vários momentos maravilhosos de trocas de idéias, coisa que fluía como que tivéssemos lendo a mente um do outro... sinto falta... imagino nós 3 juntos, Eu, ele e o Sérgio... dominaríamos o mundo...

Durante o meu tempo no Sarmento, conheci muitas pessoas e foi lá que tive 2 grande amizades... a com o Rafael Reisman e com o Aécio Flávio Lemos Junior... os 2 foram lá para aprender a programar e logo com quem? Foi fera...

O Rafael me ensinou a confiar... pois ele sempre foi de confiar nas pessoas... pelo menos achei que fosse... ele me apresentou ao pai, que logo me propôs a desenvolver sistemas onde ele trabalhava... no TJDF, então, aceitei a fazer um sistema em um Sistema 700 da Prológica e foi um dos primeiros sistemas de distribuição de 2ª instância do Brasil... e eu nem tinha 17 anos... ainda lembro do Dr. Rogério (pai do Rafa), chegando cedo no TJ, porque eu tinha passado a noite finalizando ajustes do sistema... ele levava um saco de pão... que comia super feliz... A amizade do Rafa se estendeu para tantas coisas... que ele foi quem me apresentou o mundo das discotecas, na Lescalier, música, dança etc... também foi ele que mostrou o meu currículo para o povo da SOS Insurance nos EUA... com quem trabalhei um tempo... e sem ele, não teria tido a oportunidade de conhecer os EUA como conheci. Um grande AMIGO... sinto falta das saídas e papos...

Com o Aécio, trocamos muitas idéias... e ele também herdou a minha coleção de revistas da Disney... tinha centenas de revistas... quase todas do Pato Donald... e também meus disquetes do TRS-80... Com o Aécio, vivemos também ótimos momentos... ele mudou para o Rio de Janeiro, que fiquei com ele quando voltei dos EUA... o Aécio e eu nos adotamos como irmãos... mas o tempo, a vida etc... nos fizeram distanciar... e nos encontramos depois de anos, para juntar forças na Internet... mas novamente a vida nos separou... Aprendi com ele, coisas do Inglês, do mundo, Japão e tantas coisas que achava que eram do outro mundo...

No TJDF, conheci o Ricardo Masstalerz, um grande programador... um tanto mauricinho, mas eu sempre gostei dele... chegamos a tentar alguns negócios juntos, mas sempre não chegamos a um consenso... acho que temos muitas idéias comuns e ficamos numa eterna queda de braço... eu gosto MUITO dele... e acho que ainda vamos trabalhar juntos... fico só chateado, pois muitas vezes ele parece me procurar somente quando precisa de alguma coisa... informação, dica etc... com ele aprendi muitas coisas, como persistência, paciência, força nos negócios, foco e tive a oportunidade de conhecer o CJE – Clube dos Jovens Empresários... que abriram muito a minha cabeça para negócios e o resto do mundo.

Wladimir Ferreira, um cara que muitos me perguntam... quem realmente é o Wladimir? É uma questão nunca respondida... mas ele teve sempre ótimas sacadas, e estivemos juntos durante muito tempo... com ele aprendi coisas como. Responsabilidade pelos problemas da minha empresa... ou eu era o Zevallos... o uso do nome na empresa... a Puta responsabilidade que era... e foi. Ser líder, oportunidades perdidas, idéias etc... e foi ele que sempre me disse que minhas idéias eram além do tempo... na época da minha empresa, conversávamos muito sobre o modelo por mim idealizado... que depois, vimos ser o mesmo de uma empresa de sucesso... uma tal de Google.

Na Zevallos, tive a oportunidade de conviver com pessoas fantásticas, como o Fernando Aquino, Ridai Govinda, Kelson Medeiros, Ueslei e Eduardo Gonçalves. Todos começaram a trabalhar comigo na área de Sistemas com Interface Web – SIW... sigla que eu inventei naquela época para diferenciar nossos projetos dos sites. Aprendi com eles, que era bom ser líder... e que era melhor ainda, vê-los crescendo e se sobressaindo nas suas profissões em outras áreas...

Ainda neste tempo, conheci o Carlos Hugo Studart, em uma reunião da Anui – Associação de Usuários de Internet, na qual ainda sou conselheiro... o Hugo era um cara sonhador e acreditava na Internet, era no ano de 1999, quando começamos várias coisas e que saiu o Direito.com.br. O cara dos tijolos e da champanhe... cada ponto deve ser comemorado... cada momento marcado e lembrado, pois é assim que constrói algo... durante este tempo, conheci também o Rafael Mandarino, um profissional ,consultor da área de TI, que foi o mentor da ANUI e com ele prendi a seriedade das coisas e principalmente que o mundo é pequeno quando se pensa sério e grande, mas infelizmente a vida as vezes nos distancia... mas os amigos estão sempre lá.

O Clauber Nobre e André Almeida e Anápolis, que junto com o Jean fomos ajudar a prefeitura de Anápolis... tivemos um prejuízo, pois boa parte da grana nunca recebemos... mas as amizades existem ainda hoje...

Com o André, prendi muito sobre o mundo ou sub-mundo da política, pois ele estava altamente envolvido, inclusive o seu padrasto era candidato a vereador entre tantas coisas... e ele saiu da prefeitura e montou um curso de inglês... e foi ai que vi o que era ser empreendedor totalmente destemido... hoje eu sou assim.

O Clauber aprendi a paciência... o cara é quase um mineiro, mas como o pessoal do interior de Goiás... ele era programador, hoje é... e já começamos várias coisas... o mundo deu volta... investimentos, prejuízos... mas estamos ai... paciência...

Quando cheguei em São Luís, precisava de conhecer o mercado... então, conheci a Intralink, empresa provedora de Internet, onde o Fábio era o seu diretor... um cara super arrojado, que fez a sua rede metálica e de fibra pela cidade... coisa que somente as teles tinham... aprendi com ele a persistência e também, que devemos acreditar e continuar... coisa que ele não fez...

Douglas Arruda... nos conhecemos quando eu estava pesquisando o mercado de São Luís, ele e o seu sócio Ivar, disseram depois da minha apresentação do Publicador de Sites e meu plano, que eu era doido... querer vender sites por mais de R$ 700 e ainda cobrar uma taxa de manutenção... e mais doido ainda em vender hospedagem melhor que o principal provedor local... Pois é, com o Douglas formamos a WeZ que hoje é a maior empresa de Web do Maranhão, pena que ele saiu da empresa e agora está em sampa... mas um grande profissional e amigo... aprendi coisas super legais para o mercado de Internet, principalmente da persistência do uso do Tableless entre outras coisas importantes para nós, mas que o mercado ainda não dá valor aqui, mas fora...

Na WeZ, conheci pessoas legais... mas ainda falta aquele tom de AMIGO, pois não vivemos coisas em conjunto... mas com o Marcos Dyonny, aprendi a confiança acima de tudo... pois desde o começo ele tem sido um grande parceiro... fico feliz em ver que ele tem crescido como pessoa e como profissional... sinto que a confiança que depositei nele também tem sido importante. O Ivo Correia, que se tornou sócio da WeZ, na fusão que fizemos entre nossas empresas, após a saída do Douglas... com ele tenho aprendi em ser menos bondoso e flexível... e mais... que a grana precisa ser segurada... e que sem isso, nada acontece...

Ainda na WeZ, tenho me relacionado com pessoas fantásticas, como o André Mácola, Rodrigo Lima, Wandson, Celma Brandão e o Afonso Coutinho... que são pessoas que trabalharam e que trabalham comigo e estou vendo o impacto que elas tem imprimido na minha vida, bem como o que tenho imprimido nelas.. espero que tudo seja positivo... pois, somente o crescimento é o que importa...

Sei que poderia escrever mais, mas já são 3:25 e tenho que dormir... estou aqui lembrando de tantas pessoas importantes na minha vida... livros que li... mas acho que 7 páginas no Word tá bom...

Futuramente escrevei sobre meus amores, cidades que vivi e até livros, pois eles também tiveram um ponto importante na minha vida... apesar de algumas coisas serem um tanto controversas... mas, foi a minha vida e a soma de tudo é o que sou hoje... e dou Graças a Deus que tive todas essas oportunidades.
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