Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 27 de março de 2007
Com base no PaiCom base no AvôNo Brasil estamos vendo o grande descaso que nossas “crianças” tem feito... são “crianças” que saem para a balada cada dia mais cedo, já aos 12 ou 13 anos, vemos essas “crianças” nas festas e bares com atitudes que muitos de nós só começamos a ter após os 17 ou 18 anos.
Poderíamos chamar tais crianças de adolescentes, mas nem isso eles gostam de ser chamados, eles querem mesmo é ser adultos, mas somente isso, querem.
Vemos nos noticiários que pessoas foram assassinadas por esses mesmo adolescentes.
São eles que tem a imunidade devido a idade, estatuto, parágrafos especiais na constituição entre tantos direitos legais, mas nenhum dever ou obrigação.
No Brasil de hoje, os cidadãos tem muitos direitos, mas fora os deveres com o fisco, não temos muito.
O sistema de segurança somente toma quando a coisa fica feia, e precisa evitar que a opinião pública fique contra. Você poderá ver isso em qualquer lugar, pois, parece que há falta de policiais, pelo menos nos locais onde eles deveriam estar.
Vemos por ai os jovens utilizando drogas como a maconha, cocaína, crack e principalmente o êxtase sem medo de ser feliz. A polícia inclusive sabe, vê, mas não faz nada. Nos bares ou na rua, jovens se embriagam com diversos tipos de bebidas, depois saindo de carro para fazer pega... e o pior, que muitos ainda estão longe de conseguirem suas carteiras de habilitação.
A seriedade toma conta principalmente quando jovens na sua busca pelo prazer, esquecem que o sexo, além do prazer, podem trazer sérias conseqüências para suas vidas, mais que somente as doenças sexualmente transmissíveis, as DSTs, estou falando de uma gravidez, onde o futuro bebê será algo entre uma boneca e um ser humano. Essa criança sendo tratada por outra, o que será que podemos esperar para o futuro?
Precisamos no Brasil criar agora anexos aos estatutos, leis e constituição, onde se definam também os deverem para as crianças... deveres como a obrigação ao estudo, ao respeito aos pais e aos mais velhos, respeito com as leis e principalmente que eles devam de fato serem o que são até que a idade adulta os faça deixar de ser crianças.
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