Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 23 de fevereiro de 2007
Com base no PaiCom base no AvôAtualmente, neste mercado globalizado, onde a Internet virtualiza a presença de em qualquer lugar, as empresas locais não podem ser dar o luxo de trabalharem sozinhas.
Eu trabalho com a Internet desde 1993, no mercado de projetos, desde 1996 e uma coisa que aprendi, é que a atuação nacional ou mundial, é só uma questão de atendimento, porque contatos e pedidos de propostas são freqüentes.
O mercado do maranhão tem sido invadido por empresas próximas, como de Belém, Fortaleza e Terezinha, quando não, ainda encontro empresas de Brasília, São Paulo e outras grandes capitais, já encontrei propostas e projetos de empresas até de Porto Alegre.
O empresariado local precisa se unir não contra o seu concorrente do outro lado da rua e sim, para construir uma base mercadológica sólida para conseguir mostrar as empresas locais, que aqui existem prestadores de qualidade e que também, possamos atuar fortemente nas outras regiões.
Conheço diversos consórcios, onde empresas se unem para levar a marca da região, com ou sem o apoio do governo, o que importa é fortalecer o mercado. As parcerias entre empresas de uma mesma atividade é algo comum no resto do mundo e o Brasil também já tem suas experiências positivas.
As parcerias podem ser individuais, como pelo intermédio de uma associação, sindicato ou até consórcio de empresas. O importante, não é o formato e sim os objetivos que precisam ser claros, bem como as atividades que cada um poderá ou deverá executar.
Eu, como profissional e empresário só acredito que um mercado possa crescer unido, pois como diz o ditado, “Uma andorinha não faz o verão”. A minha empresa começou dessa forma, uma parceria entre os colaboradores e também com a fusão com a TODO. Também atuamos em outros mercados com parceiros, onde cada um atua dentro do seu mercado e utiliza o que cada um tem de melhor, sendo que o lema é potencializar o resulto do cliente, com o menor custo operacional e com lucratividade.
O Mercado local de Internet em São Luís tem se demonstrado muito desunido, talvez seja para grande demanda, pelo medo de perder clientes ou até mesmo, pela falta de interesse. O fato é que este mercado é muito rico, cheio de empresas desejosas de projetos de qualidade e que muitas vezes não sabem a quem procurar e quando aparecem alguém, eles acabam aceitando.
Minha proposta é a da criação de alguma organização, onde todos poderemos levar a mesma mensagem e qualidade para o mercado local, evitando a confusão junto aos futuros clientes, bem como blindar o nosso mercado contra a atuação de estrangeiros.
Conheço algumas experiências idealizadas pela ACM – Associação Comercial do Maranhão, onde um grupo de jovens de empresários se reúnem para trocar experiências e também aprender mais sobre o mercado e sobre o seu negócio.
Esta coluna é um começo, onde este espaço esta aberto a todos os profissionais de TI, principalmente de Internet, mas, como se pode ver, temos pouca participação com lançamentos, artigos ou até sugestões, críticas ou comentários.
O Maranhão pode ser tornar um pólo de exportação de tecnologia para o resto do Brasil. Só depende de nós, os empresários maranhenses.
Reimpressão do Jornal Pequeno do Dia 23/02/2007
http://www.jornalpequeno.com.br/2007/2/23/Pagina51328.htm- Texto Anterior:
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