Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 9 de fevereiro de 2007
Com base no PaiCom base no AvôOs governos mundiais estão focados em conseguir incluir as populações do interior, principalmente aquelas de baixa renda, no mundo de informações da Internet, tanto que o MIT desenvolveu o OLPC – sigla do inglês que quer dizer One Laptop Per Child – que traduzindo significa Um Computador Por Criança (UCPC). Esse projeto tinha como objetivo desenvolver um computador portátil, para que pudesse ter acesso à Internet, bem como executar alguns aplicativos básicos, totalmente focados na educação. O projeto apresentado foi muito mais além dos notebooks de hoje, sendo que o preço final ficou um pouco acima do esperado, porém muitas vezes mais barato que qualquer outra tecnologia.
O OLPC gerou uma certa euforia no mercado, onde grandes empresas como a Intel, têm se esforçado para baixar os preços de computadores portáteis. Antes os preços de laptops custavam R$ 5 mil, hoje podemos encontrá-los a menos de R$ 2.500.
Incluir-se a esta era da Internet, onde um site como o do Louvre está longe apenas do clique do mouse, é mais que somente uma moda e, sim, uma necessidade.
Todos os dias novas empresas publicam seus sites, bem como os governos transferem o atendimento a seus serviços para seus respectivos sites, com isso, até a dona Maria, que é pensionista de mais de 69 anos, vai ter que usar a Internet para saber se seus benefícios já foram creditados, ou até saber mais sobre a disponibilidade de algum tratamento para a sua dor nas costas.
A Internet já passou do tempo que servia somente para “surfar” sem preocupação. A Internet no Brasil tem sido pioneira em diversos serviços. Os bancos brasileiros têm os melhores e mais completos serviços on-line do mundo. O governo brasileiro já inovou várias vezes, começando com a entrega da declaração do imposto de renda pela Internet.
Para a governabilidade, as prefeituras do interior que estiverem fora da Internet significa dizer que estarão longe de tudo, inclusive podem até mesmo perder prazos e dinheiro de convênios. Agora tudo precisa ser feito pela Internet, sejam os contratos e até as prestações de conta.
Acesso ao conhecimento é o fim da chamada Inclusão Digital, algo muito maior que somente colocar computadores com acesso à Internet. Os governos municipais, estaduais e até o federal precisam “ficar”, permanecer na publicação de conteúdo de Internet. O mesmo deve ser feito pelas empresas de comunicação como jornais e revistas entre outras, que devem não somente produzir informação, como também publicar o conteúdo do passado, procurando manter seus arquivos on-line sempre ao alcance de todos.
Reimpressão do Jornal Pequeno do Dia 02/02/2007
http://www.jornalpequeno.com.br/2007/2/9/Pagina50579.htm- Texto Anterior:
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