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Relacionamento


A descoberta do AMOR
Compreensão, cumplicidade e responsabilidade
Voltando a falar do AMOR!

Voltando a falar do AMOR!

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Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 24 de abril de 2004

Com base no Pai
Com base no AvôNossa vida muda enquanto o mundo gira, como diria o meu amigo Ari Jr.. Hoje estou com tudo de bom e principalmente no quesito do AMOR. Estou AMANDO, mas principalmente estou sendo amado. Na realidade é muito mais que isso, estou me sentindo AMADO. Como assim?

Deixe-me explicar...

Você pode amar alguém, esse amor tem que ser incondicional e sem espera. Isso o fará feliz, mas sempre ficará faltando alguma coisa. Também somos seres que precisamos de nos sentir AMADOS, QUERIDOS e NECESSÁRIOS para alguém. Não digo que todas as pessoas que amei não me amaram. O que importa, como meu amigo Adriano sempre diz, é a percepção das pessoas ou do cliente, que no meu caso, estou falando da MINHA percepção. Posso até estar errado, mas o fato é que eu percebia que eu NÃO era o objeto do amor e sim alguma coisa.

Profundo? Complexo?

Sim e SIM!!! Muito mesmo... mas o que é a vida se não vivermos procurando encontrar a harmonia no caos? Sabemos que ela existe, tal qual um capitão que conduz o navio no meio de uma tempestade, ela balança mas não afunda.

CAOS??? E o que isso tem haver com o AMOR?
Quando você está AMANDO, você tem o desejo de dizer isso para todo mundo. Você quer mostrar para todo que está amando, por isso, ficamos sorrindo, nos vestimos bem e ficamos mais bonito, como um pavão... Isso é MUITO BOM.

Muitas vezes estamos AMANDO, estamos felizes, mas FALTA alguma coisa ou dependendo tem alguma coisa. Tem aquela pontinha de segurança. Falta aquela forma gostosa do outro, aquela que manterá a chama do seu coração acesa, até mesmo debaixo da maior tempestade.

Na falta do AMOR, procuramos, mostrar para nós mesmos que aquilo é real. Procuramos também com isso, dar o recado para a pessoa amada. Poderemos até chegar a imaginar que estaremos persuadindo esta a compreender a sua situação e o valor do seu AMOR.

Pois não é que nem sempre funciona? No meu caso, não funcionou mesmo...

Sinto que sou amado, com isso acabou a inspiração?
Não falta inspiração, porque estou sempre escrevendo, tirando a falta de tempo, eu sempre estou pensando no que escrever. Escrever sobre o AMOR... mas sobre que AMOR, se eu já estou AMANDO e me SINTO COMPLETO e AMADO? Não há dor, não há dúvidas... Há o dialogo aberto, tão aberto, que as vezes até chega a assustar. Tudo de BOM!

Está tudo TÃO bom, que até a Maria Clara, amiga da Ana Eliza, mandou o texto por e-mail, que tem tudo haver com o que estamos vivendo. Postei ele no meu outro BLOG, O meu e-mail, o texto CONSELHO DE UM VELHO APAIXONADO

Então, o que escreverei? Pensei em relatar o que sinto... mas isso é um tanto batido... ficará batido, porque não é nada de novo. O cinema mostra isso. Os poetas e as músicas também. Sexo! Essa é uma boa, mas falar sobre o que? Não tem nada...

Não sei porque, mas eu sinto uma grande necessidade de justificativa para o que escrevo. Posso até enchendo linhas e comendo megabytes da sua conexão, mas sinto a urgência da justificativa do que estarei escrevendo.

Então?
Conversando com a Ana Eliza (Florzinha), conversamos sobre isso e principalmente sobre o que eu já havia escrito de monte, bem como os comentários. Conversamos de montão a respeito e com isso, eu decidi que voltarei a escrever, mas NÃO visando convencer ela, vocês ou até a mim mesmo de alguma coisa. Falarei como um poeta que escreve seus poemas quando vem a inspiração, ou ainda como um artista que usa a tinta e os pinceis para dar vida à tela.

Quero dizer que, farei o que me der na telha, sendo que algumas coisas poderão ou não ter relação com o meu relacionamento. Estarei somente deixando fluir o pensamento, como o texto que escrevi no papel faz alguns dias, quando estava ouvindo a música My Immortal do Evanescesse. Senti vontade de escrever um texto triste, mas como, pensei, se eu estava FELIZ? Pois não é que deixei minha mão conduzir a caneta, que prontamente encheu quase que 4 páginas de textos.

E as declarações?
Bão... sempre estarei fazendo isso, algumas vezes de forma sutil, como essa neste texto, algumas coisas descaradas como o Ana Eliza que escrevi no mês de março/2004.

O sentimento é muito complexo. Ficamos entre uma mistura de ciúme e a certeza, tal como o marisco entre a rocha e o mar. Estamos sempre lá entre o egoísmo e o ciúme... a ansiedade tomando conta. Muitas vezes chegamos a ter surtos egoístas, que tentamos segurar quem amamos. Queremos só para nós e não dividiremos com ninguém.

É MUITO BOM! Muito mesmo nos sentir queridos, mesmo que as vezes um tanto possessivo, mas BEM. Muito bem!

Então... aqui vai a declaração sutilmente descarada!

Ana Eliza, EU AMO VOCÊ! Obrigado, mas MUITO obrigado mesmo pelo seu AMOR, CARINHO, COMPREENSÃO e CUMPLICIDADE.

Agradeço a Deus a benção que ele me deu, como diz no texto CONSELHO DE UM VELHO APAIXONADO.

Como você me faz feliz... Beijos

No meio da mudança

Hoje estou no meio da mudança dos dominios dos servidores de Belém, para os servidores que estão aqui em São Luis, por isso que estou aqui até agora... mas já vou dormir, não estou conseguindo processar...
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