Por: Ruben Zevallos Jr.
Data de Publicação: 16 de setembro de 2003
Com base no PaiCom base no AvôQuanto devemos questionar nossos próprios sentimentos?
Até quando devemos questionar nossas próprias decisões?
Será que devemos ficar o tempo questionando tudo?
Acredito que devemos questionar sim, mas não o tempo todo. Normalmente questionamos, não pelo questionar, questionamos pela comparação. Nos perguntamos se devemos ou não continuar devido a parâmetros pré-estabelecidos ou por experiência.
Será que devemos também deixar rolar, sem questionamentos? Sem ficar comparando isso com aquilo, esta experiência com outra?
Questionar é bom para nos dar a sensação de posicionamento e isso tudo bem, mas a pergunta é, ATÉ QUANDO?
Quando nos questionamos muito alguma coisa, temos a tendência de acreditar que nossas idéias a respeito não são assim tão válidas.
Então o que devemos fazer? Não questionar?
Como estou falando em sentimentos... eu faço uma pergunta... que sentimento é válido ou passível a comparação?
Eu digo, nenhum...
Porque cada sentimento ou emoção são únicos, portanto não passiveis a comparação e por sua vez questionamento.
O que podemos questionar é se tal sentimento ou emoção nos agrada e mais nada. Se você está feliz com o que sente, bola para frente e deixa de lado o questionamento. Faça somente aquilo que VERDADEIRAMENTE lhe trouxer felicidade.
Sempre me questiono a respeito dos meus sentimentos. Me pergunto. Estou FELIZ? Digo verdadeiramente FELIZ? Se a resposta for um sonoro SIM. Continuo, se não, pergunto PORQUE? E assim chegarei a um conjunto de outras perguntas até chegar a conclusão se devo ou não continuar.
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